domingo, 30 de maio de 2010
uma semana atribulada
domingo, 23 de maio de 2010
Beto

sem medo de errar
sexta-feira, 21 de maio de 2010
Colaboradores Precisam-se
Impressionante como as empresas ao promovorem a individualidade, para criar um espaço livre e multiculturalista, onde os colaboradores se possam sentir motivados e realizados, para que assim consigam produzir mais, permitiram comportamentos inaceitáveis para o bom funcionamento de uma qualquer empresa.
Impressionante como chegamos ao ponto de quase andar a lavar os rabinhos dos colaboradores com "águinha" de rosas, para que eles cumpram as funções que lhe permitem no final do mês levar o ordenado para casa.
Faz-me impressão quando tenho colaboradores que se viram para mim e me perguntam se vamos trabalhar no feriado municipal, visto que não é justo estarmos a trabalhar quando é feriado na nossa santa terrinha. Impressionante no mínimo. Mais impressionante foi quando no dia do feriado municipal ela faltou sem justificação
Este conceito do que é justo e do que não é, é minimamente impressionante, por exemplo: Tenho uma colaboradora, extremamente nova, uns 23 anos, que ainda vive em casa dos pais, pais estes que aparam as faltas semanais da jovem. Ora a mim faz impressão esta miuda, que é uma grande colaboradora, mas o conceito de horários e de faltas para ela é diário, ou seja, espero explicar-me melhor! E para isso nada melhor que um exemplo. Depois de passar uma semana onde faltou 2 dias e trabalhou meio dia, outros tantos. Após prolongar a sua pausa matinal, no dobro, gastando 90% do tempo destinado a breaks para o dia inteiro, teve a lata de me responder, após eu a ter chamado à atenção, que era das pessoas que mais cumpria e que não era justo eu a chamar a atenção porque afinal era a primeira vez que passava os breaks. Para esta colaboradora, o facto de a ter chamado á atenção era no minimo injusto, porque afinal era uma colaboradora exemplar. Não interessava o comportamento anterior e as faltas.
Impressionante...
terça-feira, 18 de maio de 2010
Bem me quer, mal me quer
- Acredito que o povo português, se encontre na miséria, critique o governo dizendo que não há dinheiro, que isto e que aquilo. Mas em tempo de luta, a juventude que outrora se encontrou na linha da frente lutando pelo seu futuro. Encontra-se enebriada pelos efeitos da internet que claramente ocupa grande parte do tempo útil da nossa vida, em que poderiamos estar a lutar, a pensar, a evoluir, a criar o nosso futuro.
- Eu se fosse governo claramente, não ligaria ás manifestações estudantis onde pedia que baixassem as propinas, pois é no fim destas manifestações que começam as queimas, os rocks in rio, os concertos de verão. Não sou cínico ao ponto de cancelar tudo isto, afinal de contas as grandes marcas é que pagam uma parte, mas o povinho é que paga tudo
- O país ruma descontrolado e cego (sendo eu benfiquista) a praças idolatrando personagens que ganham milhões de euros por ano, valores que muitos daqueles que gritam nunca ganharam numa vida. Onde estão as pessoas para lutar pelos seus direitos?
- A sociedade encontra-se dividida em 3. Os ricos, os pobres e os marginais... os ricos claramente enriquecem na crise, sendo este governo aclamado por muitos. O Estado que no inicio prometeu muito, não fez mais do que promessas. Ainda ecoam na minha mente as palavras 150 000 empregos e não aumentar os impostos. Os pobres, pobres de espirito, que deixam alma e suor no trabalho, para ganhar algum, chegam a casa cansados e sem força, conformados com a sua vida miserável, sabem que nada irá mudar, amanha a rotina irá ser deles mais uma vez. Depois existem os Marginais, a função publica, que retira dinheiro ao país, para ter funcionários a navegar em internets e receber duas vezes o ordenado de muita boa gente, que trabalha o dobro e nem internet tem, porque não há dinheiro.
Triste o país, que nada quer fazer para mudar... que ano após ano, elege as mesmas pessoas para governar. As caras mudam, mas as mentalidades mantém-se...